Alma-negra
Nome científico: Bulweria bulwerii
Família procellariidae
- Fenologia Continente
- Estival
- Fenologia Madeira
- Reprodutor estival
- Fenologia Açores
- Reprodutor estival
- Estatuto UICN Global
- Estatuto Continente
- Estatuto Madeira
- Estatuto Açores
Dados
Mapas
Ocorrência | Primavera
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Sem dados disponíveis para o período seleccionado.
Apresentação
Distribuição, movimentos e fenologia
A alma-negra é pantropical, ocorrendo nos três principais oceanos. Nidifica no Atlântico oriental, entre os Açores e Cabo Verde, e no Pacífico do leste, da Ásia até ao Havai, incluindo o arquipélago das Marquesas (Billerman et al. 2026). A espécie usa extensamente a ZEE portuguesa durante a época reprodutora (de abril a outubro), ocorrendo sobretudo em mar aberto (Meirinho et al. 2014; Dias et al. 2016; Ventura et al. 2022). No continente, ocorre principalmente no verão e outono, ao longo da plataforma continental, evitando áreas costeiras (Catry et al. 2010a). Os dados de seguimento individual de 66 aves provenientes da Madeira (Deserta Grande e Selvagem) e das Canárias, com dispositivos GPS entre 2010 e 2021 confirmam esta distribuição, salientando as áreas central e sudeste dos Açores e a sul da Madeira. Durante a época não-reprodutora, os dados disponíveis obtidos através do seguimento de indivíduos da Selvagem Grande, do Ilhéu da Vila (Açores) e de Montaña Clara (Canárias), indicam que as aves migram em direção a sul, dirigindo-se para águas oceânicas profundas equatoriais (Zino et al. 2012; Dias et al. 2015; Ramos et al. 2015b; Cruz-Flores et al. 2019).
Abundância e evolução populacional
A população global foi estimada em cerca de 500.000 a 1.000.000 indivíduos maduros, com uma tendência estável (BirdLife International 2025). Em Portugal, a maioria da população parece concentrar-se nas ilhas Desertas, onde foram estimados 45.000 casais (Catry et al. 2015). Não existem estimativas robustas para o restante arquipélago da Madeira, mas é provável que a colónia das Selvagens atinja vários milhares de casais (Equipa Atlas 2022). No arquipélago dos Açores, nidifica no ilhéu da Vila (Santa Maria) com 65 casais reprodutores, no ilhéu de Baixo (Graciosa) com 17 casais (Pipa & Silva 2021; Pipa et al. 2024) e no ilhéu da Praia em muito pequeno número. Pela falta de dados, a avaliação do estado ambiental foi só possível para a população dos Açores, que apresenta um crescimento em ambos os indicadores, abundância e produtividade, tendo atingido o Bom Estado Ambiental.
Ecologia e habitat
A alma-negra é uma ave pelágica, aproximando-se de terra apenas durante a reprodução. Os ninhos localizam-se em tocas escavadas, pequenas cavidades nas rochas e em amontoados de calhaus (Billerman et al. 2026). A dieta é essencialmente composta por peixes e cefalópodes mesopelágicos (Zonfrillo 1986; Neves et al. 2011a; Waap et al. 2017), alimentando-se principalmente durante a noite e aproveitando a migração vertical das presas para a superfície da coluna de água (Dias et al. 2015; Dias et al. 2016).
Ameaças e conservação
A predação por espécies introduzidas, como ratazanas, gatos e mustelídeos, são a principal ameaça à espécie, estando a alma-negra confinada a ilhas e ilhéus livres destes predadores. Adultos e crias são também predados por gaivotas-de-patas-amarelas Larus michahellis (Matias & Catry 2010). Nos Açores, a espécie compete diretamente com a cagarra Calonectris borealis devido à escassez de habitat adequado para nidificação (Ramos et al. 1997; Bried & Bourgeois 2005), levando uma parte significativa dos indivíduos reprodutores a não se reproduzirem todos os anos (Cruz-Flores et al. 2021). Outros fatores de ameaça incluem a poluição luminosa (Rodríguez et al. 2012), a ingestão de lixo marinho (Carvalho 2012) e a acumulação de mercúrio (Furtado et al. 2021). Além disso, o aumento da temperatura da superfície do mar causado pelas alterações climáticas poderá afetar negativamente a sobrevivência da espécie (Cruz-Flores et al. 2022).
Autores
Paulo Catry, Marta Cruz-Flores, Francis Zino, Manuel Biscoito, Tânia Pipa, Maria P. Dias
Proprietários/fontes dos dados de seguimento individual
Arcos 2010b, Gonzalez-Solis 2010a, Gonzalez-Solis 2012a, Gonzalez-Solis 2013a, Gonzalez-Solis 2013b, Gonzalez-Solis 2020a, Gonzalez-Solis 2021b, Granadeiro & Catry 2015, Granadeiro & Catry 2021a, Granadeiro & Catry 2021b, Zino & Biscoito 2013
Dias MP, Romero J, Granadeiro JP, Catry T, Pollet IL & Catry P (2016). Distribution and at-sea activity of a nocturnal seabird, the Bulwer’s Petrel Bulweria bulwerii, during the incubation period. Deep Sea Research Part I: Oceanographic Research Papers 113: 49-56. Bibliografia:
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Zino F, Philips R & Biscoito M (2012). Bulwer’s Petrel movements at sea – a preliminary analysis of datalogger results from Selvagem Grande. Birding World 26(2): 79-81. Bibliografia:
Waap S, Symondson WOC, Granadeiro JP, Alonso H, Serra-Gonçalves C, Dias MP & Catry P (2017). The diet of a nocturnal pelagic predator, the Bulwer’s petrel, across the lunar cycle. Scientific Reports 7: 1384. Bibliografia:
Ventura F, Catry P, Dias MP, Breed G, Folch A, Granadeiro JP (2022). A central place foraging seabird flies at right angles to the wind to jointly optimize locomotor and olfactory search efficiency. Proceedings of the Royal Society B 289: 20220895. Bibliografia:
Rodríguez A, Rodríguez B & Lucas M P (2012). Trends in numbers of petrels attracted to artificial lights suggest population declines in Tenerife, Canary Islands. Ibis 154: 167-172. Bibliografia:
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Granadeiro JP & Catry P (2015). Dataset 1869: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, GPS, Deserta Grande, Madeira, Portugal, 2015. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/1869/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
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Gonzalez-Solis J (2020a). Dataset 1639: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, GPS, M Clara, Canarias, Spain, 2020. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/1639/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
Gonzalez-Solis J (2013b). Dataset 973: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, Geolocator (GLS), Vila, Azores, Portugal, 2007–2013. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/973/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
Gonzalez-Solis J (2013a). Dataset 971: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, Geolocator (GLS), M Clara, Canarias, Spain, 2010–2013. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/971/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
Gonzalez-Solis J (2012a). Dataset 970: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, Geolocator (GLS), Ilhéu de Cima, Ilhéus do Rombo, Cape Verde, 2010–2012. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/970/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
Gonzalez-Solis J (2010a). Dataset 972: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, Geolocator (GLS), Raso, Raso Islet, Cape Verde, 2007–2010. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/972/ e acedido a 30.11.2025. Dados:
Arcos JM (2010b). Dataset 859: Bulwer's Petrel, Bulweria bulwerii, PTT, Alegranza, Canarias, Spain, 2010. BirdLife International Seabird Tracking Database. Disponível em https://data.seabirdtracking.org/dataset/859/ e acedido a 30.11.2025. Glossário:
Indivíduos capazes de se reproduzir, utilizados como referência em estimativas populacionais. Glossário:
Grupo de moluscos marinhos que inclui lulas, chocos e polvos. Glossário:
Alteração dos níveis naturais de luz noturna devido a iluminação artificial. Glossário:
Mudanças persistentes nos padrões climáticos globais ou regionais, influenciadas por fatores naturais e antropogénicos. Glossário:
Movimento diário de organismos entre camadas profundas e superficiais da coluna de água. Glossário:
Distribuição geográfica que abrange regiões tropicais de vários oceanos ou continentes. Glossário:
Espécie ou parâmetro que reflete o estado de um ecossistema ou alterações ambientais. Glossário:
Monitorização dos movimentos de indivíduos através de dispositivos. Glossário:
Direção da variação do tamanho de uma população ao longo do tempo (crescimento, declínio ou estabilidade). Glossário:
Medida do sucesso reprodutor de uma população, geralmente expressa como o número médio de crias produzidas por casal. Glossário:
Conceito definido no âmbito da Diretiva-Quadro Estratégia Marinha (DQEM), referente à condição dos elementos do meio marinho, incluindo as aves. Pretende avaliar se os ecossistemas estão saudáveis, equilibrados e capazes de suportar as funções ecológicas e os usos humanos de forma sustentável. O objetivo final é que os elementos e os ecossistemas atinjam o Bom Estado Ambiental. Glossário:
Pequeno aparelho que se coloca nas aves para estudar os seus movimentos a uma escala mais fina (geralmente durante a reprodução). Estes aparelhos utilizam o sistema global de posicionamento (do inglês Global Positioning System) para obter informação acerca da posição, latitude, longitude e altitude, em qualquer ponto da Terra e a partir de uma rede de satélites em órbita. Glossário:
É um termo que vem do inglês offshore, referindo-se às águas afastadas de costa, fora da plataforma continental. Usado em assuntos relacionados com as atividades marítimas, como por exemplo, a pesca, a indústria petrolífera e a exploração de energias renováveis. Estas águas caracterizam-se por serem localizadas em mar aberto, com elevadas profundidades e afastada das influências costeiras, como rios e estuários. Distinguem-se assim das águas costeiras. Glossário:
De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, os países costeiros têm direito a declarar uma ZEE de espaço marítimo para além das suas águas territoriais. A ZEE nacional é delimitada por uma linha imaginária situada a 200 milhas náuticas da costa e separa as águas nacionais das águas internacionais ou comuns. Dentro da sua ZEE, cada estado goza de direitos como: o direito à exploração dos recursos marinhos, o direito à investigação científica e o direito a controlar a pesca por parte de embarcações estrangeiras. Glossário:
Porção do fundo marinho que começa na linha de costa e desce, com um declive suave, até ao talude continental (onde o declive é muito mais pronunciado). Em média, a plataforma continental desce até uma profundidade de 200 metros. Glossário:
Zona ou ambiente onde vivem normalmente os seres vivos que não dependem dos fundos marinhos. É o ambiente ecológico típico das águas oceânicas abertas. O ecossistema pelágico não abrange apenas o alto-mar, dele fazendo parte também as águas que cobrem a plataforma continental. A zona pelágica começa abaixo da zona de influência das marés, prolongando-se até ao alto-mar, em profundidades que variam desde algumas dezenas de metros até aproximadamente 6.000 metros, dividindo-se em diferentes camadas. Glossário:
Mamíferos carnívoros pertencentes à família Mustelidae. Esta família, a maior da ordem Carnivora, inclui os furões, as doninhas, as fuinhas, as lontras, os texugos, entre muitos outros. Glossário:
Organismo marinho que vive na faixa da coluna de água geralmente compreendida entre os 200 metros e os 1.000 metros de profundidade. Glossário:
Designação geralmente atribuída a uma espécie introduzida de forma deliberada ou acidental num determinado local ou região fora da sua área de distribuição original. Consoante a sua adaptação aos novos locais, uma espécie introduzida pode ou não naturalizar-se e proliferar.